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Uma casa com a Foz por cenário

A Foz é uma das zonas mais bonitas e emblemáticas da cidade de Porto. É nesta localização privilegiada que está implantado o edifício Foz Diogo Botelho. De arquitetura contemporânea, com um ar sóbrio e intemporal, este projeto demarca-se da envolvente.

Quinta, 3 de Novembro de 2011 às 17:45

Os apartamentos são espaçosos, luminosos e têm grandes varandas que possibilitam uma espantosa vista para o rio Douro e o mar, bem como para a Invicta.
O Edifício Foz Diogo Botelho é promovido pela Lote Dois - Empreendimentos S.A., uma empresa participada e gerida pela ESPART, do Grupo Espírito Santo. Situado na Rua do Carvalho à Diogo Botelho, que lhe dá o nome, em plena zona da Foz, este empreendimento destina-se a um segmento exigente que procura uma boa localização e valoriza prestígio, qualidade e bom gosto. Integrado numa zona residencial consolidada de referência, o edifício conta com quatro frentes e sete pisos elevados, 'abraçado' por um jardim murado e arborizado com 2200 m2. "Esta zona é considerada a melhor localização da cidade do Porto, com uma envolvente consolidada, garantia de que não vai nascer mais nada à volta, o que preserva o futuro de quem comprar aqui uma casa. Temos também uma envolvente verde, com um pequeno espaço público à frente e um privado nas traseiras, o que é algo de peculiar num projeto urbano", refere Aniceto Viegas, administrador da ESPART.
O empreendimento conta com 36 apartamentos distribuídos por oito andares - rés-do-chão e sete pisos -, com tipologias que vão do T1 ao T4, disponibilizando 28 apartamentos T3 e T4, seis T1 e dois T2. As casas custam em média entre os 129.200 e os 787.500 euros e as áreas brutas privativas vão dos 61 m2 até aos 220 m2. Para além do espaço principal, de cariz residencial, conta ainda com um espaço destinado a escritórios e loja. O investimento realizado na concretização deste projeto foi de 19 milhões de euros.
Concebido pelo arquiteto Arnaldo Brito, reconhecido pelos vários projetos que tem desenvolvido na zona da Foz, o edifício distingue-se pela forma harmoniosa como conjuga simplicidade e sofisticação. Os primeiros pisos do edifício têm uma ligação direta com o verde dos espaços públicos e privados. Já os pisos superiores desfrutam de um campo visual sobre a Foz Velha e a sua ligação ao rio e ao mar.
"A arquitetura é simples, sóbria e intemporal", explica Aniceto Viegas. Os seus acabamentos interiores, em tons claros, madeiras lacadas e mármores brancos nas zonas sanitárias, contrastando com os soalhos em madeira de Afizélia, proporcionam aos apartamentos um ambiente sereno e acolhedor, reforçado por uma luminosidade controlada através da existência de quebra-sóis voltados a sul e dos estores metálicos nos seus vãos exteriores. Já as caixilharias metálicas, o revestimento a pedra grampeada e as guardas das varandas em vidro laminado e estrutura em aço conferem ao edifício Foz Diogo Botelho um carácter robusto, suavizado pelo seu jardim envolvente, cuidadosamente executado.
Seis meses depois da apresentação do andar-modelo, cuja decoração esteve a cargo de Maria Barros, o empreendimento está pronto a receber os primeiros moradores. As áreas generosas, as varandas com a vista avassaladora, os acabamentos em tons neutros e a luminosidade dos apartamentos são características que permitem a adoção de várias soluções decorativas, desde um estilo clássico, até a um mais moderno.
"Quisemos acabamentos de qualidade, mas também sólidos e duradouros. Não apostámos em muita cor para não influenciar o cliente em termos de decoração", salienta o administrador da ESPART.
Cada apartamento tem um hall amplo. A sala é larga e integra lareira com recuperador de calor, aspiração central e pré-instalação de ar condicionado - que existe também nos quartos. Nestes não faltam roupeiros e closets. A cozinha está devidamente equipada e ostenta móveis de design italiano. Referência ainda para as casas de banho, com pavimento e paredes em pedra natural, louça sanitária suspensa e espelhos com sistema de desembaciamento.
Este é um projeto que responde ainda às necessidades ambientais dos tempos modernos. "Hoje em dia um produto quer-se ambientalmente responsável e preparado para os desafios do futuro. São desafios que vão obrigar os produtos imobiliários a adaptarem-se às novas realidades e este projeto já se posiciona nessa corrida, sendo a sua classificação energética a mais elevada que é o A+", salienta Aniceto Viegas.
Viver na Foz Diogo Botelho não é só habitar uma casa, é também desfrutar do que a rodeia. Escolas de referência, zonas de lazer, comércio, esplanadas e restaurantes são mais-valias, ali tão próximas. Tal como o é a zona histórica da cidade e a vivência com o rio Douro e o mar.

Texto Maribela Freitas

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